
Dois casos de febre maculosa foram confirmados, nesta quarta-feira (28), em Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. Os pacientes são um casal internado em estado crítico na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo o município, outros quatro casos, incluindo uma morte, estavam em investigação para a doença.
A febre maculosa é a doença causada por uma bactéria do gênero Rickettsia transmitida pelo carrapato-estrela e que pode gerar uma série de sintomas como febre, manchas avermelhadas pelo corpo, dores de cabeça e pelo corpo. Os casos podem evoluir para morte.
Um dos pacientes com suspeita para a doença foi internado na mesma UTI em que o casal confirmado estava. Outros dois pacientes suspeitos foram internados na clínica médica do Hospital Evangélico Litoral Sul.
A direção do Hospital Evangélico afirmou que as Vigilâncias Sanitárias estadual e municipal, além do Lacen, foram comunicadas dos casos.
O paciente com suspeita para a doença que morreu estava na Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim. Segundo a Santa Casa, ele deu entrada em estado grave na segunda-feira (26), e o exame dele foi enviado ao Lacen para análise, mas o resultado não havia sido divulgado.
Os sintomas desses pacientes teriam começado após comer carca de caça. Mas, a prefeitura de Itapemirim declarou que a carne foi enviada ao Lacen para análise, mas ressaltou que é pouco provável que o consumo da carne transmita a febre maculosa, já que a doença é transmitida pelo carrapato contaminado com a bactéria, não pela ingestão.




