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Janete de Sá cobra dignidade para pessoas com nanismo

A deputada Janete de Sá (PSB) aproveitou a fase das comunicações da sessão ordinária desta quarta-feira (16) para falar sobre a iniciativa contra o preconceito ao nanismo. Trata-se da Lei Estadual 12.221/2024, que foi recentemente sancionada. “O nanismo não é uma doença, não é algo que a pessoa possa escolher e não define o caráter de ninguém. É uma condição genética, a pessoa nasce com o nanismo”, afirmou a autora do projeto que deu origem à lei.

A parlamentar lamentou que ainda exista muita discriminação com as pessoas que nascem com essa condição genética. “Elas não conseguem desenvolver membros inferiores, superiores, o tronco, ou seja, essa condição limita a altura dessas pessoas. Esse preconceito contra as pessoas com nanismo é uma forma de discriminação que afeta profundamente a vida dessas pessoas que convivem com essa condição”, disse.

“Para nós, combater esse preconceito é essencial para promover uma sociedade mais justa, mais inclusiva e mais respeitosa. A limitação da altura é apenas uma característica, que não afeta o caráter, as capacidades, os talentos e as contribuições que a pessoa que tem o nanismo pode dar à sociedade”, acrescentou a deputada.

“Nós devemos refletir sobre esse impacto negativo desse preconceito na vida dessas pessoas, que enfrentam barreiras desde a infância, por conta da altura, em seu ambiente escolar, no mercado de trabalho, ou nos serviços básicos, como transporte coletivo, na saúde pública, por conta dessa condição genética”, completou.

Inclusão

Janete cobrou políticas públicas inclusivas que permitam que pessoas com nanismo tenham acesso a serviços públicos. “A gente observa que, pela incompreensão, muitos equipamentos públicos não são adaptados. Por exemplo, as academias populares deveriam ter equipamentos que pudessem atender às pessoas com nanismo, mas nós não temos, elas são feitas para pessoas que não possuem essa condição genética”, ponderou a parlamentar.

“Além disso, o preconceito, reforçado pela mídia e pelo entretenimento que retrata pessoas com nanismo de forma caricata e humilhante, precisa ser desconstruído. Essas representações contribuem para a manutenção de estereótipos e impedem a valorização das reais capacidades e individualidades das pessoas, sejam elas com nanismo ou não”, lamentou.

“Combater esse preconceito exige uma ação de conscientização, de educação, que são ferramentas determinantes para mudar a maneira como a sociedade enxerga as pessoas com nanismo. É necessário promover campanhas educativas nas escolas, nas empresas, nos meios de comunicação, para mostrar que a diversidade nunca será uma fraqueza, ela é uma força. Essa diversidade é importante para nós, porque são as diferenças que fazem com que uma sociedade avance”, finalizou Janete.

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