POR REDAÇÃO DE CAPIXABA HOJE
O que começou como uma manhã de sábado (07) comum no polo logístico de Canaã, em Viana, transformou-se em um cenário de destruição que ainda desafia o Corpo de Bombeiros. Até a manhã desta segunda-feira (09), as equipes continuam no local combatendo focos de calor remanescentes e monitorando a estrutura, que sofreu colapso parcial.
O incêndio, que atingiu um galpão compartilhado por cinco empresas — entre elas a gigante Supermercados BH e a Ybera Group (setor de cosméticos) —, gerou uma coluna de fumaça preta que pôde ser vista de diversos pontos da Grande Vitória, inclusive da Terceira Ponte.
O que sabemos até agora:
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Perda Total: A rede Supermercados BH confirmou em nota que os danos foram severos, resultando em perda total de mercadorias e da estrutura física.
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Logística de Guerra: Mais de 70 militares foram mobilizados. O combate foi feito prioritariamente pelo lado de fora, já que o teto desabou e a temperatura interna era tão alta que impedia a entrada segura das equipes.
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Vidas Preservadas: Apesar do prejuízo financeiro milionário, “quem tem vida, tem tudo”. No momento do início do fogo (por volta das 6h30 de sábado), apenas cerca de 20 funcionários estavam no local e todos conseguiram sair ilesos. Não há registro de feridos ou intoxicados.
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Causa Misteriosa: A perícia dos Bombeiros já foi iniciada, mas o laudo final, que dirá o que de fato “armou essa arapuca”, deve sair em até 20 dias.
Impacto no Bolso e nas Prateleiras
O dono da rede Supermercados BH e presidente do Cruzeiro, Pedro Lourenço, o “Pedrinho”, chegou a viajar ao Espírito Santo para acompanhar de perto o estrago. A empresa garantiu que trabalha para que o consumidor final não sinta o reflexo do desabastecimento, mas o desafio logístico será grande, já que o centro de distribuição era peça-chave na operação do estado.
