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REPACTUAÇÃO DE MARIANA: Cidades do ES receberão investimento de R$ 700 milhões; veja valores

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O repasse faz parte do novo acordo da Rio Doce; Linhares e São Mateus estão entre os municípios com as maiores fatias de recursos para fortalecer o SUS.

DA REDAÇÃO | CAPIXABA HOJE

Uma nova etapa da repactuação do desastre de Mariana (MG) promete injetar fôlego extra na saúde pública do Norte do Espírito Santo. Ao todo, 11 municípios capixabas impactados pelo rompimento da barragem de Fundão foram selecionados para receber investimentos que somam cerca de R$ 700 milhões, destinados exclusivamente à área da Saúde.

O anúncio detalha os valores teto que cada prefeitura poderá acessar para obras, compra de equipamentos e custeio de serviços. Entre os destaques da nossa região, Linhares deve receber mais de R$ 94 milhões, enquanto São Mateus lidera o grupo com um teto de R$ 127,7 milhões.

Como os recursos serão usados?

Diferente de repasses anteriores, este montante está vinculado a Planos de Ação municipais. As prefeituras precisam apresentar projetos que incluam desde a construção de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) até a aquisição de ambulâncias e veículos para o transporte de pacientes.

O foco é fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) nas cidades que sofreram sobrecarga nos serviços públicos após o desastre ambiental de 2015.

Confira o valor destinado a cada município:

De acordo com o plano estabelecido pelo Governo do Estado em conjunto com o Ministério da Saúde, os valores previstos para os 11 municípios são:

  • Serra: R$ 149,9 milhões

  • São Mateus: R$ 127,7 milhões

  • Linhares: R$ 94,3 milhões

  • Colatina: R$ 93,1 milhões

  • Baixo Guandu: R$ 60,3 milhões

  • Aracruz: R$ 59,3 milhões

  • Conceição da Barra: R$ 40,7 milhões

  • Sooretama: R$ 33,4 milhões

  • Fundão: R$ 16,9 milhões

  • Anchieta: R$ 11,6 milhões

  • Marilândia: R$ 11,6 milhões

Próximos passos

Para que o dinheiro “caia na conta”, os municípios devem incluir esses planos em seus Relatórios Anuais de Gestão e passar pela aprovação dos respectivos Conselhos Municipais de Saúde. Somente após essa etapa o Ministério da Saúde efetua o repasse.

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