Foi realizada na noite da última sexta-feira, 28, na Praça do Sol Poente em Colatina, uma noite poética.

A convite da Prefeitura Municipal, o Centro Prisional Feminino de Colatina realizou uma exposição de produtos confeccionados fazendo alusão aos projetos que são realizados dentro da Unidade Prisional.

Na ocasião, foram expostos perucas, próteses mamárias, lenços, turbantes, toalhas de mesas, bonecas, almofadas, quadros, filtros dos sonhos, caminhas para Pets, entre outros produtos.

Os produtos confeccionados artesanalmente pelas mãos das internas ficaram expostos em um estande montado especialmente para a exposição, chamando atenção pelos detalhes de cada confecção o local ocasionou destaque no evento.A Diretora Adjunta do CPFCOL, Magda Moura, falou sobre a importância dos projetos e de como o evento veio para fortalecer o trabalho desenvolvido dentro das Unidades Prisionais;

“Ficamos muito felizes com o tamanho da repercussão, essa visibilidade é importante para que a sociedade veja que dentro das Unidades Prisionais são desenvolvidos projetos incríveis, que impactam de maneira positiva na vida das internas que participam, além da remissão da Pena, as internas podem desenvolver suas habilidades como pintura, artesanatos , crochê.” Disse

Segundo a Diretora, os projetos incentivam ainda às internas a aprenderem algo que antes nunca haviam imaginado fazer.

Dentro do CPFCOL são ofertado muitos cursos profissionalizantes para que as internas tenham a oportunidade de se qualificar e enriquecer seus currículos, o que consequentemente contribui para que as internas sigam novos caminhos ao sair do Presídio evitando que as mesmas voltem a delinquir.

A maioria dos cursos ofertados dentro do CPFCOL são disponibilizados por meio de uma parceria do QUALIFICAR-ES e do PRONATEC, além de outras opções de qualificação que são ministrados por outras instituições e até por voluntários.

“Nos incentivamos esses projetos pois acreditamos que podemos devolver ao convívio da sociedade mulheres bem diferentes do que elas adentraram ao Sistema Penitenciário, com uma perspectiva de mudança de vida.“ Finalizou Magda