ES sobe duas posições e volta ao top 5 dos Estados mais competitivos
Com avanço em áreas como Solidez Fiscal e Infraestrutura, Estado repetiu sua melhor colocação em ranking, agora liderado por Santa Catarina
Após cinco anos, o Espírito Santo voltou a ficar entre os cinco Estados mais competitivos do país, subindo duas posições em comparação à classificação do ano passado. No Ranking de Competitividade dos Estados, o Espírito Santo saiu do 7º lugar em 2025 para o 5º lugar em 2026, ficando atrás de Santa Catarina (1º lugar), São Paulo (2º), Paraná (3º) e Rio Grande do Sul (4º).
Na série histórica do ranking, que chegou à 15ª edição, o Espírito Santo repete, em 2026, a colocação alcançada em 2020 e 2021. Esse é o melhor resultado do Estado, que, dentro dos pilares usados na avaliação do estudo, ficou em 1º lugar em Solidez Fiscal, além de 2º em Infraestrutura e em 4º Eficiência da Máquina Pública.
A análise realizada em 2026 pelo Centro de Liderança Pública (CLP) foi feita a partir de 100 indicadores, distribuídos em dez pilares temáticos considerados fundamentais para a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública dos Estados brasileiros. Só o pilar de Solidez Fiscal, por exemplo, reúne nove indicadores, e o Espírito Santo ficou em 1º lugar em três deles, e em 2º em outros dois.
Para o secretário de Estado da Fazenda, Benicio Costa, o resultado confirma uma política de responsabilidade fiscal que se traduz diretamente em benefícios para a população, construindo ao longo dos anos uma gestão também baseada em planejamento e equilíbrio das contas públicas.
É por manter as contas organizadas que conseguimos ser, proporcionalmente, o Estado que mais investe no país
Benicio Costa Secretário de Estado da Fazenda
Para Álvaro Duboc, secretário de Estado de Economia e Planejamento, o resultado é um reflexo do trabalho realizado nos últimos anos pelo governo estadual.
“Ser o primeiro em Gestão Fiscal reflete diretamente em manter as despesas em dia e, também, em garantir o avanço com investimentos. Tanto que o Espírito Santo ficou em segundo lugar em Infraestrutura”, reforça Duboc, lembrando que o Estado é o único do país que consegue destinar 20% do orçamento para investimento.
Além de Solidez Fiscal, Infraestrutura e Eficiência da Máquina Pública, os demais pilares que compõem o ranking são Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Educação, Capital Humano, Sustentabilidade Ambiental, Potencial de Mercado e Inovação.
Por: A Gazeta

